29 de mai de 2017

Fugitivo de Pedrinhas morre após troca de tiros com a polícia

Renato Costa Sousa tinha 30 anos e foi morto na noite de sábado (27) após troca de tiro com policiais da Seic, no bairro Santa Efigênia, em São Luís.



Um detento identificado como Renato Costa Sousa, de 30 anos, que fugiu do Complexo Penitenciário de Pedrinhas após o ataque ao prédio da Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís 6 (UPSL 6) ocorrido no último dia 21, foi morto na noite de sábado (27) após troca de tiro com policiais da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), no bairro Santa Efigênia, em São Luís.

Renato Costa Sousa cumpria pena no Complexo de Pedrinhas pelo crime de assalto a banco (Foto: Divulgação/Seic)
Segundo a Seic Renato, que também era conhecido como “Renatinho”, era natural da cidade Goiânia, no Goiás, e no momento da abordagem ele recebeu a equipe policial com tiros de pistola calibre 40.

Após troca de tiros com a polícia, Renato acabou sendo baleado. O criminoso ainda chegou a ser socorrido, mas não resistiu às gravidades dos ferimentos e morreu no Hospital Municipal Clementino Moura (Socorrão 2).

Renato Costa Sousa estava cumprindo pena no Complexo Penitenciário de Pedrinhas pelo crime de assalto a banco. Dos 36 presos resgatados, 06 estão mortos, 17 foram recapturados e ainda restam 13 foragidos.

Presídio de Pedrinhas

O Complexo de Pedrinhas está localizado no Km 15 da BR-135, situado na Região Metropolitana de São Luís. Ele é formado pelo Presídio Feminino, Centro de Custódia de Presos de Justiça de Pedrinhas (CCPJ), Casa de Detenção (Cadet), Presídio São Luís I (PSL I), Presídio São Luís II (PSL II), Centro de Triagem e Centro de Detenção Provisória de Pedrinhas (CDP).

Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (Foto: Reprodução/TV Mirante)
O CDP é a única unidade prisional masculina que ainda não dispõe das tecnologias da Portaria Unificada, tais como o escaneamento corporal por BodyScan, por estar separada das demais que compõe o Complexo Penitenciário de São Luís.

Policiais civis e militares seguem em busca dos fugitivos. A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) informou que já abriu sindicância para apurar possível facilitação na fuga dos internos.

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