11 de ago de 2015

Chapadinha com uma saúde mais humana e eficaz

Antenor Ferreira

Nos últimos dias fiz uso do serviço de saúde pública de Chapadinha-MA, e me vi na obrigação de destacar ao meu público a forma atenciosa e eficaz em que fui atendido. Na realidade não eu, mas minha esposa, que passou por um procedimento cirúrgico delicado, no Hospital Antonio Pontes de Aguiar (HAPA).

Hospital Antonio Pontes de Aguiar (HAPA), em Chapadinha-MA 
De início tenho que destacar a notável organização no funcionamento da unidade. O HAPA encontra-se bem higienizado, com setores de atendimento ágeis e eficazes, além de uma eficiente equipe de médicos e enfermeiros. Algo que senti e desfrutei "in loco".

Todos sabem que Chapadinha é responsável por atender toda região, o que por si resultaria numa sobrecarga de atendimentos na unidade. Mas, pelo que notei, a Secretaria Municipal de Saúde, na pessoa do secretário Allan Monteles, implantou um sistema que facilita o atendimento das pessoas, evitando superlotação e constrangimentos. 

Busquei a unidade na quinta-feira, 05, pela manhã e a tarde a paciente em questão já estava numa mesa de cirurgia, sobre responsabilidade do experiente médico Dr. José da Costa Almeida, que mostrou-se não apenas um excelente profissional, mas também um grande amigo. 

Após o processo cirúrgico, a paciente foi colocada numa enfermaria limpa, sem mau cheiro e agradável, o que obviamente contribui de maneira significativa para a recuperação dos pacientes.

Durante seu período de internação até a alta, vários enfermeiros e médicos acompanhavam de maneira atenciosa seu estado clinico, com aplicação correta de medicação. A alimentação pelo que vi agradava a todos. Fatores que em ocasiões anteriores eram focos de reclamação.

Ouvi de muitos pacientes do HAPA a afirmação: "Não temos do que reclamar". 

Pra quem acha que posso está exagerando, vou relatar que pouco antes da paciente ser atendida em Chapadinha, ela passou uma noite num hospital dum município próximo, numa quarto com condições questionáveis, sem médico plantonista, alimentação indigesta e o pior de tudo: baratas andando no piso. 

Depois de ter vivenciando as cenas mencionadas acima, e vendo hoje alguém se recuperar com tranquilidade de um processo cirúrgico, que até então só era realizado em grandes centros médicos, como Teresina e São Luís, afirmo a vocês com veemência: Chapadinha tem muito o que comemorar no quesito saúde. E digo mais: Só reclama daqui quem não chega a unidade, dentro de uma ambulância, horrorizado pelo terror que viveu lá fora. 

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